GILMAR MENDES MOSTRA O QUE NÃO DEVE SER FEITO
Gilmar Mendes construiu, ao longo dos anos, uma linha jurisprudencial rigorosa quanto às garantias processuais — especialmente o devido processo legal, a imparcialidade do juiz e a legalidade na obtenção de provas. Foi justamente essa visão que contribuiu para a anulação de diversos atos da Operação Lava Jato, sobretudo por vícios como: ✓ suspeição de magistrado ✓ cooperação informal entre acusação e juiz ✓ violações ao contraditório e à ampla defesa Já André Mendonça tende a adotar uma postura mais formalista e garantista clássica, porém com maior inclinação à preservação dos atos quando entende que não houve prejuízo claro. Dizer que Gilmar “mostra o que não deve ser feito” faz sentido no plano prático e como precedente institucional, pois ele já sinalizou que processos com vícios estruturais graves podem ser anulados, mesmo após anos. Isso cria um efeito pedagógico indireto para novos casos relevantes. Aquele que aponta os erros, mostra onde é preciso melhorar ou ter cau...