GIDEÃO E SUA IDENTIDADE RESTAURADA

Todos nós carregamos marcas da vida, e assim como Gideão, muitas vezes nos vemos pequenos demais para os desafios que enfrentamos.

Juízes, capítulos 6 ao 8.

Não tem coisa melhor quando o Senhor entra nos nossos esconderijos emocionais, nos nossos lugares de insegurança. 

Gideão acreditava nas histórias que ouvia do Senhor, ditas pelos seus pais. Porém, devido ao que estava sofrendo no momento, sentia-se desamparado pelo Senhor (Jz. 6:12-13).

Gideão se via como o menor, indigno e incapaz: “Ah, Senhor... Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu o menor na casa de meu pai” (Jz. 6:15).

Deus trata Gideão de “varão valoroso” (Jz. 6:12). Ou seja, Ele o vê não pelo que Gideão pensa sobre si.

Enquanto alguns tinham desistido de lutar, Gideão malhava o trigo no lugar de prensar uvas, trabalhava escondido no lagar, malhando no secreto (Jz. 6:11).
Seu medo e pouca força não o paralisou, e Deus viu isso (Jz. 6:14).

Mesmo após ouvir a voz de Deus, Gideão pediu provas. 
Isso revela insegurança, mas também um coração em busca de confirmação.
Deus entende nossas dúvidas. E Ele não rejeita quem pede ajuda, pelo contrário, Ele vai reafirmando Sua presença até que a fé em nós seja firmada.
O Pai nos entende e nos trata com paciência.

Antes de vencer os midianitas, Gideão teve que destruir o altar de Baal da casa de seu pai (Jz 6:25–27).
Provavelmente a servidão dos israelitas, tinha sua origem na casa do pai de Gideão (Jz. 6:1).
Porém, seu pai o defendeu quando seus amigos queriam julgá-lo. 

Deus mostra que a vitória vem apenas Dele. "A minha glória não repartirei com ninguém" (Is. 42:8).

Com apenas 300 homens, Gideão venceu um exército incontável (Jz. 7:7).
Isso não era sobre estratégia, mas sobre dependência.
Nossa cura, restauração e vitórias não virão da nossa força, da nossa sabedoria, da nossa condição econômica, mas da graça de Deus.

Gideão vivenciou no presente aquilo que ouvira que o Senhor fazia no passado (Jz.6:13).







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